Pânico
Botão de pânico acionado. O par “pânico normalizado” registra quando o botão volta ao normal.
Admin — plantão
Cada evento que a empresa marcar para atender sobe na fila da equipe. Cerca, pânico e bateria são os mais comuns — a plataforma reconhece dezenas de tipos. Não é o sino do Portal.
O mesmo disparo pode avisar a central e o dono da frota. São telas diferentes, com textos diferentes.
Admin — central
Fila com placa, tipo, cliente e quantas vezes disparou. Fecha com contato, observação interna e recado ao cliente. Dá para fechar todos na virada do turno. O título que o monitor lê é o título cadastrado no veículo.
Portal + app
Sino, push, e — se o canal estiver ligado — WhatsApp, SMS ou Telegram. Ele não vê a fila da central nem a observação interna.
Página de push do cliente →1 · Habilitar
Liga o evento no veículo. Desligado, nenhum canal dispara.
2 · Atender
Gera o card no Admin e na central. O título é editável: “Entrada 1” vira “Porta do baú”.
3 · Canais do cliente
Sino, push, WhatsApp, SMS e Telegram seguem independentes do Atender.
O rastreador grava o fato. A empresa escolhe quais fatos a central atende. Abaixo está o catálogo que o sistema reconhece — segurança, área, uso, sensores, condução, agenda e câmera.
Os que o plantão costuma deixar com Atender ligado.
Botão de pânico acionado. O par “pânico normalizado” registra quando o botão volta ao normal.
Marcação de roubo no veículo. Fica disponível para a operação tratar junto com bloqueio e mapa.
Anti-furto acionado no equipamento. Entra no mesmo fluxo de atendimento dos demais eventos de segurança.
Interferência no sinal detectada. O painel mostra jammer sim ou não; o evento vira aviso quando está habilitado.
Bateria do veículo desconectada. “Bateria normalizada” fecha o ciclo. “Nível de bateria baixo” avisa antes do corte.
O veículo se moveu quando não deveria. “Movimento normalizado” registra o retorno à condição normal.
A placa parou de comunicar. O prazo máximo fica no cadastro do veículo. A lista completa da carteira está em Sem transmissão.
A comunicação caiu dentro de uma área marcada como risco. É um evento à parte do “sem transmissão” geral.
Onde o veículo pode estar — e onde não pode.
Entrada e saída da área. Dias da semana e bloqueio automático ficam na cerca.
O veículo foi fixado no ponto e se deslocou. Qualquer movimento depois da âncora vira violação.
Saiu do caminho previsto do rotograma. A rota e as restrições ficam no Routefy.
Velocidade violada dentro da cerca. O limite do pátio pode ser outro que o da cidade.
Garagem violada e área restrita violada aparecem no histórico de mensagens do veículo, com o mesmo tratamento de aviso.
Ignição, velocidade, horário e comando.
Motor ligou ou desligou. Cruza com direção noturna quando a regra é de horário.
Velocidade máxima excedida e velocidade normalizada, quando o veículo volta para dentro do limite.
Rodou no intervalo proibido da placa. Horário inicial, final e bloqueio são da política da frota.
Saída digital acionada ou liberada. O histórico responde quem bloqueou e quando. O comando sai pelo Admin.
Ociosidade informada: motor ligado parado além do combinado. No relatório vira custo de combustível.
Fora de uso marca o veículo retirado da operação. Posição temporizada é o ponto periódico do rastreador — em geral não entra na fila.
Entradas com nome próprio. O operador lê “porta do baú”, não “Input 1”.
Cada entrada tem evento de acionamento e de normalização. Dá nome no cadastro: baú, porta, botão, sensor auxiliar.
Até três sensores. O relatório prova se a carga refrigerada estourou a faixa combinada.
Engate virtual: o cavalo se afastou da carreta além do permitido.
No histórico de mensagens: farol ligado ou desligado, sensor de chuva ligado ou desligado, baú aberto ou fechado.
Comportamento do motorista. Parte vai para o sino do Portal; a telemetria CAN só existe quando o veículo envia esses dados.
Curva acentuada, freada brusca e aceleração brusca. Aparecem no sino e no relatório de eventos.
Início e fim de ociosidade, banguela, excesso de velocidade e excesso de RPM. Ficam no painel de telemetria do veículo, com gráfico do dia.
Lembrete operacional e imagem. A câmera não substitui a fila da central.
Notificação de compromisso do veículo. Pode ir para o WhatsApp e para o app da equipe.
Lembrete de oficina no cadastro. Serve para a operação, não para o sino do cliente.
Fadiga, colisão, ultrapassagem e os demais eventos da câmera entram no módulo Câmeras do Portal, com foto ou vídeo. Detalhe em vídeo telemetria.
Chegou, data do evento, placa, tipo, ocorrências e cliente. Atualiza sozinha. Busca e exporta.
Nome de quem ligou, nota interna e texto para o cliente. Duplo clique abre o modal sem sair da tela.
Virada de turno: zera a fila sem tratar um por um quando o procedimento permitir.
Relatório de ranking por evento. Serve para treinar o cliente ou revisar cerca, velocidade e sensor.
No usuário do monitor, a empresa escolhe o que chega no celular: bateria, sem transmissão, entrada 1, bloqueio, desbloqueio, pânico, ignição ligada, ignição desligada, velocidade, movimento, cerca eletrônica e agenda. Cadastro não precisa acordar com cerca.
No mesmo evento dá para ligar notificação do app, WhatsApp, SMS e Telegram. Cada canal é independente do Atender da central.
O card “ABC1D23 · Pânico” sobe na fila e no dashboard. Se a Marina tem pânico no app da equipe, o celular dela também toca.
O monitor liga, anota o contato e fecha com observação. O Silva pode ter recebido o push no app dele — outra tela.
No mesmo plantão, cerca, bateria, jammer ou entrada do baú entram na mesma fila, cada um com o próprio título.
No fim do turno, o ranking mostra se cerca, velocidade ou sensor está disparando demais.
Entre como monitor. Não abra o sino do Portal do cliente.